31 agosto 2009

Acordo entre Brasil e Vaticano passa na Câmara


Sob protestos do PSOL e do PPS, o plenário da Câmara aprovou na noite [de] quarta-feira (26) a ratificação de acordo entre o Brasil e o Vaticano, que prevê a instituição do ensino religioso em escolas públicas, isenções fiscais e imunidade das instituições religiosas perante as leis trabalhistas. Assinado no final do ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Papa Bento XVI, o acordo prevê também a manutenção, com recursos do Estado, de bens culturais da igreja católica, como prédios, acervos e bibliotecas. Criticado por amplos setores da sociedade, como a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o texto acabou aprovado em votação simbólica após a costura de uma negociação com a bancada evangélica, muito forte no Congresso, para estender os privilégios às demais religiões. O acordo seguirá agora para apreciação do Senado.

(Portal ORM)

Segundo matéria publicada na Folha Online, evangélicos argumentaram que a palavra "católico" não trata as religiões igualmente. O Ministério da Educação também criticou o ponto, porque a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, ao falar sobre ensino religioso, não cita nenhuma fé específica e também veda a promoção de uma religião. Reportagem da Folha, publicada na edição do último dia 27, afirma que os deputados discutiram sobre a possibilidade de fazer uma ressalva, retirando a palavra do texto. Ao final, fechou-se um acordo para aprovar o texto na íntegra. No entendimento do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), a ressalva só seria possível se validada pelo Vaticano.

Leia também: "Análise do tratado Brasil-Vaticano"

27 agosto 2009

Conhecendo a Verdade "ECUMENISMO"


Esse é um programa da rádio Novo Tempo de Maringá

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2010


Missão e ecumenismo não se opõem


Representantes cristãos de diferentes confissões publicaram um documento no qual defendem que a missão e o ecumenismo não se opõem. A posição é apresentada nos Subsídios para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e para todo o ano de 2010 (http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/chrstuni/index_po.htm)

O documento é da responsabilidade do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (Santa Sé) e da Comissão Fé e Constituição, do Conselho Mundial de Igrejas e é dedicado ao tema “Missão e unidade”, inspirando-se na frase do Evangelho de São Lucas (24, 48): “Vós sois testemunhas disso”.

Como explica a Introdução, “nem todos associam a proposta missionária à preocupação da unidade dos cristãos”.

De facto, nalgumas regiões do planeta, um dos problemas mais sérios que o diálogo ecuménico sofreu nas últimas décadas está ligado à chegada de missionários de diferentes confissões cristãs, vistos em várias ocasiões como uma “concorrência”. O documento, no entanto, pergunta: “Não estão unidos o compromisso missionário da Igreja e seu compromisso ecuménico?”.

“Pelo nosso baptismo, formamos já um único corpo e estamos chamados a viver em comunhão. Deus fez-nos irmãos e irmãs em Jesus Cristo. Não é este o testemunho fundamental que devemos apresentar?”, continua o texto.

Sem negar as “rivalidades entre missionários enviados por diferentes igrejas”, o documento reconhece que “os que estiveram na linha da frente da missão foram talvez os primeiros a tomar consciência da tragédia que representava a divisão dos cristãos”.

Por este motivo, reconhece-se que os missionários foram no passado autênticos mestres de ecumenismo. “Se na Europa eram habituais as separações eclesiais, o escândalo da desunião aparecia de maneira óbvia aos missionários encarregados de anunciar o Evangelho em populações que não conheciam nada de Cristo”, esclarece o texto.

Os promotores da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos confiaram a preparação destes subsídios a responsáveis das igrejas cristãs da Escócia.

A decisão pretende recordar o centenário da Conferência Missionária de Edimburgo, em 1910, que no Verão desse ano reuniu os delegados oficiais das sociedades missionárias protestantes e do anglicanismo, às quais se uniu um convidado ortodoxo. Em Junho de 2010, celebrar-se-á em Edimburgo o centenário da Conferência Missionária (www.edinburgh2010.org), como ocasião para partilhar práticas missionárias entre os membros de diversas tradições eclesiais.

O projecto inicial do documento foi preparado por um grupo ecuménico da Escócia constituído pela associação Action of Churches Together en Scotland (ACTS), a partir do convite da Conferência dos Bispos católicos.

Tradicionalmente, a Semana de oração pela unidade dos cristãos é celebrada do dia 18 ao dia 25 de Janeiro. Estas datas foram propostas em 1908 por Paul Wattson, de modo a cobrir o período entre a festa de São Pedro e a festa de São Paulo.

Redacção/Zenit

26 agosto 2009

Análise de notícias proféticas


Autor: Pr. Doug Batchelor, Diretor e Conferencista do ministério Amazing Facts

Parte da nossa missão no ministério ‘Amazing Facts’ é manter-nos atualizados em relação aos eventos mundiais que têm significado bíblico. E acabamos de testemunhar um evento extraordinário …

Uma Autoridade Política Mundial?

O ‘timimg’ não foi coincidência. Mesmo antes da Cimeira G8 em L'Aquila, Itália, em meados de julho, quando os líderes das oito maiores nações industriais do mundo se reuniram para discutir a crise económica global, o Papa Bento XVI lançou uma encíclica - o documento papal mais autoritário - no qual ele lamenta o estado lamentável da economia mundial. Isto não é tão anormal, obviamente.

Mas o que ele diz especificamente na carta é muito importante…

Naturalmente, por favor entenda que há uma diferença entre as pessoas da igreja - e a Igreja Católica como uma instituição religiosa e política. Como cristão, respeito profundamente e até estimo o amor e reverência que a maior parte dos católicos têm para com Jesus Cristo. Mas ao mesmo tempo, como uma instituição, a Bíblia claramente aponta para a Igreja Católica como um agente principal nos eventos finais. (...)

É isto que quero dizer: o papa escreve, “para dirigir a economia global, reanimar economias atingidas pela crise, … há necessidade urgente de uma verdadeira autoridade política mundial”.

Falando sobre esta autoridade mundial, o papa explica que ela “precisaria de ser universalmente reconhecida e investida com poder eficaz”. Em outras palavras, poder de impor as suas visões ao resto do mundo … poder de fazer o mundo inteiro obedecer!

Isto lembra-nos do livro de Apocalipse, não é? Ele avisa que durante os últimos dias, os poderes mundiais aplicarão força - inclusive a força económica - para compelir o mundo inteiro a "adorar a imagem da besta” ou não se poderá “comprar ou vender” (Revelação 13:15, 17).

Consegue entender porque estou entusiasmado? E porque vejo esta carta papal como mais evidências de que nos estamos aproximando do fim? Tudo isso faz-me querer redobrar os meus esforços em levar o Evangelho verdadeiro ao resto do mundo. (…)

Os Dentes Verdadeiros

Há mais. Na carta, o Papa Bento também sugere que “há uma necessidade fortemente sentida … para uma reforma na organização das Nações Unidas, e, do mesmo modo, das instituições económicas … para que o conceito da família de nações possa adquirir dentes verdadeiros”.

“Dentes verdadeiros”? Parece com a quarta besta em Daniel 7, que tem “grandes dentes de ferro” (Daniel 7:7), ou como as bestas e dragão em Apocalipse, porque quem alguma vez ouviu de uma besta ou um dragão sem “verdadeiros dentes”?

Agora, pergunto: como poderia algo deste tipo alguma vez resultar sem o apoio de uma potência económica e militar como os Estados Unidos para ajudar a impor aquela autoridade?

Penso que não poderia. Precisamente por isso é que no dia seguinte à cimeira do G8, o Papa teve a sua primeira reunião com o Presidente Obama. E o que ele ofereceu ao presidente dos Estados Unidos? Uma cópia, encadernada a couro branco, da sua encíclica!

Ética?

Também achei muito interessante na encíclica do Papa Bento quando ele escreve, “a economia precisa de ética para funcionar corretamente — não qualquer ética, mas uma ética que é centrada nas pessoas”.

Uma nova ordem mundial económica baseada em ética? E quem você supõe seria o candidato mais provável para fornecer o tipo de autoridade moral para definir essa ética? Seria realmente alguém além daquele que se vê a si próprio (e que é visto por milhões de outros) como “o Vigário de Cristo” na Terra?

Por favor tenha em mente que outras declarações oficiais papais muitas vezes mencionavam “a proteção do domingo dos trabalhadores” como central ao seu conceito de ética económica. Faz todo o sentido, não acha?

Sem dúvida, esta última declaração papal, publicada no momento de um severo declínio económico mundial, deve fazer-nos compreender, mais do que nunca, como estamos perto do fim.

Trabalhar com os Estados Unidos e a União Europeia? O Papa reclamando uma autoridade económica mundial única com “verdadeiros dentes” para impor a sua vontade económica sobre o mundo? Quanto mais óbvio pode ser?

Sou até tentado a citar estas palavras de Jesus: “hoje, esta Escritura foi cumprida aos vossos ouvidos” (Lucas 4:21).

Nunca Guardaremos Silêncio

Infelizmente, não muitas vozes estão abordando estas questões profundas. Poucas pessoas entendem até os fundamentos da profecia de Bíblia referente aos dias finais. No ministério ‘Amazing Facts’, entretanto, nunca vamos ficar calados. Eles podem ameaçar-nos de detenção; eles podem acusar-nos de "discurso de ódio”; eles até podem cortar a nossa eletricidade. Mas enquanto tivermos fôlego, proclamaremos as mensagens dos três anjos ao mundo, não importa quão impopulares ou “politicamente incorretas”.

Se amarmos Jesus e o nosso próximo, não podemos fazer menos.

Sabemos, enfim, para onde tudo está a ser conduzido. Até lá, enquanto há ainda tempo, planeamos fazer tudo que podemos para atingir almas com a mensagem da salvação. As pessoas estão ansiando entender o que está acontecendo.


[Tradução - O Tempo Final]

EUA rompem com era Bush e prometem empenho na ONU

20 agosto 2009

ESTÁ ACONTECENDO! VOCÈ ESTA VENDO?


A preparação para os novos eventos que estão para acontecer, estão bem claros.
A todo momento ouvimos ao redor do mundo autoridades, tanto religiosas como políticas, clamarem por união, nova ordem mundial, ecumenismo, soluções para o aquecimento global, e assim por diante. Com o auxílio dos meios de comunicação, essas pronúncias estão se tornando rotineiras no cotidiano da humanidade, estão começando a passar despercebidos as grandes mudanças que estão acontecendo e as que estão para acontecer. As pandemias auxiliam causando medo e desviando o foco dos principais acontecimento.
O mundo esta caminhando para uma aparente paz, economia mundial estável, a unidade religiosa, o domingo já não vai ser um simples final de semana e sim o dia do senhor, um encontro com Deus, em pró do aquecimento global. Finalmente o mundo vai começar a viver em paz, família reunida, até que fim vai conseguir comprar aquele carro, sair do aluguel, sábado e domingo na igreja, só felicidade.
Espera um pouco! Quem é aquele grupinho causando alvoroço e desobedecendo as leis de Deus? Estão tirando a nossa paz!
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DEMOCRACIA NÃO DEFENDE MINORIA
"Como o sábado se tornou o ponto especial de controvérsia por toda a cristandade, e as autoridades religiosas e seculares se combinaram para impor a observância do domingo, a recusa persistente de uma pequena minoria em ceder à exigência popular, fará com que esta minoria seja objeto de ódio universal. Insistir-se-á em que os poucos que permanecem em oposição a uma instituição da igreja e lei do Estado, não devem ser tolerados; que é melhor que eles sofram do que nações inteiras sejam lançadas em confusão e ilegalidade. O mesmo argumento, há mil e oitocentos anos, foi aduzido contra Cristo pelos "príncipes do povo". "Convém", disse o astucioso Caifás, "que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação." João 11:50 "o Grande Conflito pág.615"

OUÇA COM ATENÇÃO O DISCURSO DO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS BARACK OBAMA



Obama deixa claro que as religiões devem ter preocupações de valores universais, e que tenham uma razão. A preocupação com o caos no mundo. No tocante a poluição ambiental e a queda moral.

IGREJAS POPULARES SÃO A GRANDE MAIORIA
"Dos púlpitos das igrejas populares será ouvida a declaração de que o mundo está sendo punido porque o domingo não é honrado como deveria.
Review and Herald, 17 de setembro de 1901.Pág.257"


A DEMOCRACIA CRIARÁ UMA LEI QUE OFENDE DIRETAMENTE A LEI DE DEUS PARA DEFENDER A MAIORIA
"A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores , a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. O Grande Conflito,
págs.578,579 e 592."


DISSE O PAPA:
"...sem o domingo não podemos viver". Na semana em que deus advertências sobre as intervenções do homem na natureza.


O Papa Bento XVI reivindicou o domingo como "dia do Senhor", denunciando que este dia se transformou em "fim de semana" na sociedade ocidental. Segundo o pontífice, embora o tempo livre seja necessário, "se não tiver um centro, que é o encontro com Deus, acaba sendo um tempo perdido".


SÁBADO DADO POR DEUS NO ÉDEN... DOMINGO DADO POR CONSTANTINO EM 7 DE MARÇO DE 321 d.C.






"pois então haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, e nem tampouco ocorrerá de novo" S. Mateus, 24:21

"Porque naqueles dias haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá." S. Marcos,
13:19




ENQUANTO TUDO ACONTESCE, VOCÊ ESTA DORMINDO. ACORDA MEU IRMÃO!

PAPA VOLTA A PEDIR FORMAÇÃO SÓLIDA PARA SACERDOTES


O papa Bento XVI voltou a ressaltar a importância dos sacerdotes terem uma formação sólida, ao discursar hoje durante a audiência geral realizada no pátio interno do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo.
Diante de cerca de três mil fiéis, o Pontífice traçou um paralelo entre a época atual e o período sucessivo ao Concílio de Trento (1545-1563), reunião ecumênica convocada pelo papa Paulo III para assegurar a unidade da fé e estabelecer novas medidas religiosas, uma vez que paralelamente ocorria a Reforma Protestante.
"O Concílio de Trento havia estabelecido normas para a edificação dos seminários e a formação dos sacerdotes, porque a crise da Reforma também era condicionada pela insuficiente formação dos sacerdotes, que muitas vezes não eram intelectualmente e espiritualmente completos, não eram preparados no coração e na alma", disse Bento XVI.
O Pontífice relembrou o trabalho de São João Eudes, que viveu na França no século XVII, contando que sua principal contribuição "foi a fundação de uma congregação religiosa dedicada à tarefa de dar uma formação sólida para os sacerdotes".
"Ele encorajou os seminaristas a crescerem em santidade, confiantes no amor de Deus¿, pontuou o Papa, explicando que assim como naquela época, atualmente também "há a necessidade que os sacerdotes testemunhem a misericórdia de Deus com uma vida toda conquistada por Cristo".
Bento XVI já havia alertado para uma boa formação religiosa em outras ocasiões, principalmente devido ao Ano Sacerdotal, iniciado no último dia 19 de junho, com o tema "Fidelidade de Cristo, fidelidade do sacerdote.
Em março, durante uma audiência da Assembleia Plenária da Congregação para o Clero, o Pontífice defendeu que a formação dos sacerdotes deve envolver "as melhores energias eclesiásticas".
"As radicais mudanças sociais ocorridas nas últimas décadas devem mover as melhores energias eclesiásticas para curar a formação dos candidatos à carreira religiosa", afirmou o Papa, ressaltando que para isto acontecer é necessário vigiar as novas estruturas e organizações pastorais, para que "não haja interpretações errôneas" e nem menosprezo do sacerdócio.

Fonte:Cidade do Vaticano

'Nova' evangelização romana


O Papa Bento XVI referiu ontem, durante a sua audiência semanal geral, que 'sem padres bem preparados, a nova evangelização será apenas um slogan'.

O líder católico acrescentou que 'hoje, existe uma necessidade para que cada padre seja uma testemunha da infinita misericórdia de Deus, tenha uma vida completamente conquistada por Cristo e que essa seja uma aprendizagem feita desde os primeiros anos de preparação nos seminários'.

Fiquei a pensar neste raciocínio de Bento XVI e uma expressão sua, confesso, captou a minha atenção: 'nova evangelização'.

Através dos ensinamentos da Sagrada Escritura e da História Universal, todos conhecemos bem os relatos dos primeiros evangelizadores, que foram os membros da Igreja primitiva. Ao longo dos séculos, quer aberta ou secretamente, outros crentes lhes foram sucessivamente tomando o lugar nessa obra de evangelização que até hoje permanece.

É certo que, de acordo com a vontade e propósito de Deus, também ao longo desse mesmo tempo a luz foi sendo gradualmente revelada a Seus fiéis seguidores. Mas o evangelho (as palavras de boas-novas da salvação em Jesus) foi sempre o mesmo, sem necessidade de se criar uma nova teologia, um novo curriculum cristão.

Por esta razão, fiquei a refletir na dita expressão 'nova evagelização'... Mais ainda, quando Bento XVI reforça a ideia de que deve assegurar-se que esse conceito seja 'não apenas um slogan atrativo, mas uma realidade'.

Por isso pergunto: nova evangelização? Porquê nova?

Sobre isto, o que ajudou a perceber melhor a ideia que me ficou a pairar na mente foram as palavras do Papa comparando os tempos atuais com os idos do século XVI, quando o Concílio de Trento ditou normas para a instrução nos seminários. Ele disse: 'os membros do concílio estavam bem conscientes de que uma insuficiente preparação dos padres teve impacto em toda a crise da Reforma; os sacerdotes não estavam preparados inteletual e espiritualmente'.

Agora sim, em simples palavras tudo faz mais sentido! A palavra 'nova' aplicada ao termo 'evangelização', não se refere ao conteúdo da mensagem mas sim ao método a usar, pela Igreja de Roma. Leia aqui o que Bento XVI definiu, em 2005, como sendo a nova evangelização'; em termos de conteúdo (ou, se preferir, doutrina), não irá encontrar nada de novo em relação ao que é proclamado há séculos (espantosamente, o Papa escreveu este trecho delicioso: 'no que se refere aos conteúdos da nova evangelização deve-se ter presente em primeiro lugar a inseparabilidade do Antigo e do Novo Testamento')...

Tendo aprendido a lição em como a Reforma protestante foi uma séria ameaça à governação quase totalitária do Vaticano durante séculos, o líder católico parece instar os seus padres a estarem prontos para erguerem as suas vozes em defesa da atual estratégia romana de recuperação de poder, no passado detido sem contestação.

Pergunta-se, logicamente: querem-se os padres prontos, contra quê ou contra quem?

Para obtermos a resposta, usemos o mesmo raciocínio de Bento XVI: recuemos aos séculos da Reforma e vejamos quem eram os opositores de Roma...

Pois bem, a resposta é: aqueles que amavam a Bíblia e guardavam os mandamentos de Deus (conforme então os conheciam).

Recupere o primeiro parágrafo deste texto e veja também a correção de comportamento que o Papa aconselha a seus liderados: 'cada padre seja uma testemunha da infinita misericórdia de Deus, tenha uma vida completamente conquistada por Cristo'! Exatamente aquela que era, tão visível e escandalosa que não dava para disfarçar, uma grave falha de qualquer líder católico, incluindo aqueles que ocuparam a cadeira papal!

A Igreja de Roma está, aparentemente, a querer voltar-se para Jesus. Repito: aparentemente. Por isso diz a Bíblia: 'acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores' ([Mateus 7:15).

Não nos deixemos enganar; os propósitos do Vaticano são hoje exatamente os mesmos que foram durante os séculos das trevas: exercer domínio sobre tudo e todos. E não há dúvida que se estão a preparar para enfrentar oposição por parte dos fiéis seguidores da Bíblia.


O Tempo Final