Título: O Ecumenismo e a Música Gospel
Autor: Prof. Sikberto Marks
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/ecumenismo_musica.htm
Destaques:
“Aproveitamos para ressaltar uma das estratégias para a união das igrejas: cooperar no que já é comum entre as igrejas, isto é dito como “o que nos une” e dialogar, sem pressa, no que há divergência isto é dito “o que nos separa”. Essa é uma estratégia que deixa em situação muito difícil aquelas igrejas que decidem não participar do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. São vistas como não querendo cooperar para a solução dos grandes problemas do planeta. O ecumenismo é o movimento para unir todos os cristãos, e o diálogo inter-religioso para unir todas as demais religiões com os cristãos.”
“E há ainda outro ponto em comum, esse realmente muito sutil. É a música gospel, que se tornou a música do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Muita atenção: é um ponto em comum entre os protestantes, entre os pagãos e entre os mundanos. É um ponto comum entre todas as tendências religiosas, está em todas elas, e está também no mundo. É uma música que toca tanto nas igrejas quanto nas reuniões de dança, está em todos os lugares, torna o planeta um lugar comum para um plano poderoso de afastar seus habitantes de DEUS. É o ponto comum do mundo todo.”
“O grande conflito iniciou no Céu por meio de um músico. E ele conseguiu enganar um em cada três anjos. A batalha final terminará com muitos músicos exercendo impressionante poder sobre as mentes de todas as pessoas do mundo. Muitos deles se tornarão os piores inimigos da verdadeira adoração quando chegarem os dias de decidir que sinal receber, se a marca do domingo, se o selo do sábado.”
12 janeiro 2010
30 outubro 2009
Hans Küng critica Bento XVI por tentar recuperar poder
Cidade do Vaticano, 28 out (EFE).- O teólogo dissidente Hans Küng criticou duramente seu antigo amigo Bento XVI por haver aberto as portas aos anglicanos, afirmando que se trata de "uma tragédia", provocando uma resposta do Vaticano que disse que as acusações estão "muito longe da realidade".
Küng, de 81, em artigo publicado hoje nos diários "The Guardian" (Reino Unido) e "La Repubblica" (Itália), intitulado "Esse papa que pesca nas águas da direita", afirmou que a decisão de Joseph Ratzinger de acolher na Igreja Católica a todos os anglicanos que o desejem é uma "tragédia".
Segundo o teólogo suíço, se trata de uma "tragédia" que se une "às já ocasionadas (por Bento XVI) aos judeus, aos muçulmanos, aos protestantes, aos católicos reformistas e agora à Comunhão Anglicana, que fica debilitada perante a astúcia vaticana".
"Tradicionalistas de todas as igrejas, unir-vos sob a cúpula de São Pedro. O Pescador de homens pesca, sobretudo na margem direita do lago, embora ali as águas sejam turvas", escreveu Küng que acusa o papa de querer restaurar "o império romano, em vez de uma Commonwealth de católicos".
Segundo Küng, "a fome de poder de Roma divide o cristianismo e danifica sua Igreja" e o atual arcebispo de Canterbury, o chefe da Igreja Anglicana, Rowan Williams, "não esteve à altura da astúcia vaticana".
Para o teólogo dissidente, as consequências da "estratégia" de Roma são três: "o enfraquecimento da Igreja Anglicana, a desorientação dos fiéis dessa confissão e a indignação do clero e o povo católico", que veem - diz - como se aceitam sacerdotes casados enquanto se insiste de maneira "teimosa" no celibato dos padres católicos.
O diretor do jornal vespertino vaticano "L'Osservatore Romano", Giovanni María Vian, respondeu hoje que "mais uma vez, uma decisão de Bento XVI volta a ser pintada com rasgos fortes, preconceituosos e, sobretudo, muito afastados da realidade".
"Infelizmente Küng faz outra das dele, antigo colega e amigo com quem o papa em 2005, só cinco meses após sua escolha, se reuniu, com amizade, para discutir as bases comuns éticas das religiões e a relação entre razão e fé", escreveu Vian.
O diretor do jornal assegurou que Küng voltou a criticar seu antigo companheiro na Universidade de Tübingen (Alemanha) "com aspereza e sem fundamento".
O gesto do papa, segundo Vian, tem como objetivo "reconstituir a unidade querida por Cristo e reconhece o longo e fatigante caminho ecumênico realizado neste sentido".
"Um caminho que vem distorcido e representado enfaticamente como se tratasse de uma astuta operação de poder político, naturalmente de extrema direita", acrescentou Vian, que ressaltou que "não vale a pena ressaltar as falsidades e as inexatidões" de Küng.
O representante vaticano criticou as acusações vertidas contra o líder da Igreja Anglicana e expressou sua "amargura" perante este "enésimo ataque à Igreja Católica Apostólica Romana e a seu indiscutível compromisso ecumênico.
No último dia 20, o Vaticano anunciou a disposição do papa a acolher na Igreja Católica todos os anglicanos que o desejem e a aprovação, com esse objetivo, de uma Constituição Apostólica (norma de máxima categoria) que prevê, entre outras, a ordenação de clérigos anglicanos já casados como sacerdotes católicos.
No mundo são cerca de 77 milhões fiéis anglicanos e nos últimos anos sua igreja viveu momentos de crise e de forte divisão interna, devido à ordenação de mulheres e homossexuais declarados como bispos e a bênção de casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
Por enquanto se desconhece o número exato de anglicanos que desejam rumar à Roma, embora segundo fontes do Vaticano esse número pode estar na casa de meio milhão, entre eles meia centena de bispos. EFE
Fonte: G1 globo.com
Grifo acrescentado.
Nota:Hans Küng tem razão, Roma quer voltar a dominar, e esta recuperando o seu poder silenciosamente, os que se opõem logo serão calados.
Não é de se espantar a "fome de poder de Roma", pois se trata de uma profecia Bíblica onde a besta recupera o seu poder. ler Apocalipse 13
Küng, de 81, em artigo publicado hoje nos diários "The Guardian" (Reino Unido) e "La Repubblica" (Itália), intitulado "Esse papa que pesca nas águas da direita", afirmou que a decisão de Joseph Ratzinger de acolher na Igreja Católica a todos os anglicanos que o desejem é uma "tragédia".
Segundo o teólogo suíço, se trata de uma "tragédia" que se une "às já ocasionadas (por Bento XVI) aos judeus, aos muçulmanos, aos protestantes, aos católicos reformistas e agora à Comunhão Anglicana, que fica debilitada perante a astúcia vaticana".
"Tradicionalistas de todas as igrejas, unir-vos sob a cúpula de São Pedro. O Pescador de homens pesca, sobretudo na margem direita do lago, embora ali as águas sejam turvas", escreveu Küng que acusa o papa de querer restaurar "o império romano, em vez de uma Commonwealth de católicos".
Segundo Küng, "a fome de poder de Roma divide o cristianismo e danifica sua Igreja" e o atual arcebispo de Canterbury, o chefe da Igreja Anglicana, Rowan Williams, "não esteve à altura da astúcia vaticana".
Para o teólogo dissidente, as consequências da "estratégia" de Roma são três: "o enfraquecimento da Igreja Anglicana, a desorientação dos fiéis dessa confissão e a indignação do clero e o povo católico", que veem - diz - como se aceitam sacerdotes casados enquanto se insiste de maneira "teimosa" no celibato dos padres católicos.
O diretor do jornal vespertino vaticano "L'Osservatore Romano", Giovanni María Vian, respondeu hoje que "mais uma vez, uma decisão de Bento XVI volta a ser pintada com rasgos fortes, preconceituosos e, sobretudo, muito afastados da realidade".
"Infelizmente Küng faz outra das dele, antigo colega e amigo com quem o papa em 2005, só cinco meses após sua escolha, se reuniu, com amizade, para discutir as bases comuns éticas das religiões e a relação entre razão e fé", escreveu Vian.
O diretor do jornal assegurou que Küng voltou a criticar seu antigo companheiro na Universidade de Tübingen (Alemanha) "com aspereza e sem fundamento".
O gesto do papa, segundo Vian, tem como objetivo "reconstituir a unidade querida por Cristo e reconhece o longo e fatigante caminho ecumênico realizado neste sentido".
"Um caminho que vem distorcido e representado enfaticamente como se tratasse de uma astuta operação de poder político, naturalmente de extrema direita", acrescentou Vian, que ressaltou que "não vale a pena ressaltar as falsidades e as inexatidões" de Küng.
O representante vaticano criticou as acusações vertidas contra o líder da Igreja Anglicana e expressou sua "amargura" perante este "enésimo ataque à Igreja Católica Apostólica Romana e a seu indiscutível compromisso ecumênico.
No último dia 20, o Vaticano anunciou a disposição do papa a acolher na Igreja Católica todos os anglicanos que o desejem e a aprovação, com esse objetivo, de uma Constituição Apostólica (norma de máxima categoria) que prevê, entre outras, a ordenação de clérigos anglicanos já casados como sacerdotes católicos.
No mundo são cerca de 77 milhões fiéis anglicanos e nos últimos anos sua igreja viveu momentos de crise e de forte divisão interna, devido à ordenação de mulheres e homossexuais declarados como bispos e a bênção de casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
Por enquanto se desconhece o número exato de anglicanos que desejam rumar à Roma, embora segundo fontes do Vaticano esse número pode estar na casa de meio milhão, entre eles meia centena de bispos. EFE
Fonte: G1 globo.com
Grifo acrescentado.
Nota:Hans Küng tem razão, Roma quer voltar a dominar, e esta recuperando o seu poder silenciosamente, os que se opõem logo serão calados.
Não é de se espantar a "fome de poder de Roma", pois se trata de uma profecia Bíblica onde a besta recupera o seu poder. ler Apocalipse 13
28 outubro 2009
Obama fará revelação oficial sobre existência de extraterrestres

Um anúncio oficial por parte da administração Obama revelando a realidade da vida extraterrestre é iminente. Durante vários meses, altos funcionários do governo vem discretamente considerando a portas fechadas o preço de divulgar ao mundo a existência de vida extraterrestre. A insatisfação entre as instituições poderosas, como a Marinha dos EUA, sobre as longas décadas de política de sigilo tem dado um impulso aos esforços para divulgar a realidade da vida extraterrestre e sua tecnologia.
O anúncio de revelação iminente acompanha a implementação secreta de abertura política sobre UFOs e vida extraterrestre que já tem um ano. Durante o período de 12-14 de fevereiro de 2008, as Nações Unidas realizaram debates à portas fechadas onde cerca de 30 nações concordaram secretamente a respeito de uma nova política de abertura sobre UFOs e vida extraterrestre em 2009. A política de abertura foi implementada, mas nunca anunciada publicamente devido as ameaças contra diplomatas da ONU para não revelar detalhes do acordo secreto. O acordo secreto da ONU foi baseado em duas condições. Primeiro, que os UFOs continuariam a aparecer em todo o mundo e, segundo, que a política de abertura não levaria a um mal-estar social em democracias liberais. Ambas as condições foram satisfeitas tornando possível iniciar a próxima fase - a divulgação oficial de vida extraterrestre.
Em 24 de setembro de 2009, Obama presidindo a reunião sobre a não-proliferação nuclear e desarmamento do Conselho de Segurança da ONU, sinalizou seu papel de liderança emergente no combate contra os grandes problemas mundiais tais como armas nucleares. O Prêmio Nobel da Paz foi um passo importante para dar legitimidade global ao presidente Obama para fazer um anúncio de revelação de vida extraterrestre. Obama está, portanto, preparado para desempenhar um papel proeminente no aumento da governança global que será necessário, depois de um anúncio de revelação de vida extraterrestre. O momento mais provável coincidiria com algum momento logo após seu discurso de aceitação do Prêmio Nobel da Paz em 10 de dezembro de 2009, em Oslo, Noruega.
Há várias fontes que revelaram que considerações estão em andamento para fazer um anúncio relativo à existência de vida extraterrestre até o fim de 2009. Entre estes está o Dr. Pete Peterson, um informante que recentemente revelou discussões de alto nível realizadas com vista ao anúncio da existência de vida extraterrestre. Numa entrevista ao Projeto Camelot, o Dr. Peterson revelou que "Obama está planejando divulgar a realidade do contato com ET's no final do ano, e que a maioria, mas nem todos dos visitantes ET's são amigáveis."
Outra fonte é David Wilcock, um pesquisador proeminente de paradigmas científicos emergentes. Wilcock tem dito por fontes independentes adicionais que a divulgação de vida extraterrestre ocorrerá até ao final de 2009.
[...]
Finalmente, duas fontes independentes e confidenciais revelaram-me pessoalmente que reuniões têm ocorrido recentemente entre oficiais militares dos EUA com um ou mais grupos de visitantes extraterrestres. Isto, segundo dizem, tem levado à confiança e servirá para construir a futura cooperação com os extraterrestres, que será formalmente anunciada à opinião pública, ou no final de 2009 ou início de 2010.
[...]
Fonte: Examiner
Fonte: Minuto Profético
Hiper-consumo pode tornar-nos infelizes
A sociedade de consumo já não existe: esta é a hora do hiper-consumo e o preço a pagar parece ser o da felicidade. É a ideia defendida por Gilles Lipovetsky.
Este pensador francês esteve na Fundação Gulbenkian na conferência “O ambiente na encruzilhada – por um futuro sustentável”.
Numa sociedade em que tudo está hiperbolizado, se é certo que cada vez temos mais poder sobre “as coisas”, é inegável — embora digamos que não — que continua a escapar-nos o poder sobre a alegria de viver. E isto não é pessimismo, diz Gilles Lipovetsky.
Este consumo como forma de combater a fossilização do quotidiano, diz Lipovetsky, obcecou-nos e vamos pagar, com o corpo.
O filósofo, um dos pais do conceito do hiper-consumo, afirma que hoje tudo está acessível a todos: já não há barreiras de classe e em última instância o crédito possibilitará comprar o que desejarmos. Não é por acaso a forte expansão dos mercados de luxo, diz Lipovetsky, que nota igualmente a evolução dos mercados “low cost”, o baixo custo, o poupar aqui para gastar ali.
Este consumo exacerbado mudou a nossa forma de viver e chegou à tradição e à religião.
“Olhem para o Natal, o que é o Natal hoje? É uma festa consumista, mesmo hiper-consumista, uma verdadeira orgia de consumo, as crianças imersas em brinquedos. O consumismo transformou a essência da festa e o hiper-consumo é a comercialização quase integral do modo de vida, é a mercantilização do desejo e da satisfação”, disse.
Gilles Lipovetsky pergunta, então, o que diz tudo isto da felicidade dos indivíduos. Vivemos cada vez mais tempo e com aparente maior qualidade de vida, a Democracia vingou, há liberdade sexual, tudo isso. Mas somos felizes?
“Oito ou nove em cada 10 europeus dizem que são felizes ou muito felizes. Ao mesmo tempo, é estranho, porque vivemos em ansiedade, as depressões cresceram sete vezes em trinta anos, o consumo de ansiolíticos não pára de aumentar, as tentativas e os suicídios crescem, por causa das novas exigências de performance que diminuem a auto-estima”, refere.
Para Lipovetsky, autor de “A Era do Vazio”, professor de Filosofia na Universidade de Grenoble, a Ciência e Democracia têm o poder de aumentar a qualidade de vida objectiva, mas não fazem nada pela qualidade interior. A felicidade não cresce a partir de um determinado patamar de riqueza. Então, como alterar este estado de coisas? Criando um novo paradigma de interesses.
“Esta é talvez a outra missão da escola. O que é que pode conduzir os homens a não procurar a felicidade exclusivamente nas marcas? Eu acredito que são outros centros de interesse como o trabalho, a criação, a intervenção cívica, a arte. Precisamos de políticas ecológicas para preservar o ambiente, mas precisamos também do que chamo de uma ecologia do espírito, da existência. Sem outros pólos de interesse a bulimia do consumo não vai parar”.
Ainda pela Gulbenkian passou um especialista em alterações climáticas. David King não acredita em grandes resultados na cimeira da ONU que terá lugar em Copenhaga, na Dinamarca.
Fonte: Renascença
Para fazer o download, clique aqui

http://criacionista.blogspot.com
Este pensador francês esteve na Fundação Gulbenkian na conferência “O ambiente na encruzilhada – por um futuro sustentável”.
Numa sociedade em que tudo está hiperbolizado, se é certo que cada vez temos mais poder sobre “as coisas”, é inegável — embora digamos que não — que continua a escapar-nos o poder sobre a alegria de viver. E isto não é pessimismo, diz Gilles Lipovetsky.
Este consumo como forma de combater a fossilização do quotidiano, diz Lipovetsky, obcecou-nos e vamos pagar, com o corpo.
O filósofo, um dos pais do conceito do hiper-consumo, afirma que hoje tudo está acessível a todos: já não há barreiras de classe e em última instância o crédito possibilitará comprar o que desejarmos. Não é por acaso a forte expansão dos mercados de luxo, diz Lipovetsky, que nota igualmente a evolução dos mercados “low cost”, o baixo custo, o poupar aqui para gastar ali.
Este consumo exacerbado mudou a nossa forma de viver e chegou à tradição e à religião.
“Olhem para o Natal, o que é o Natal hoje? É uma festa consumista, mesmo hiper-consumista, uma verdadeira orgia de consumo, as crianças imersas em brinquedos. O consumismo transformou a essência da festa e o hiper-consumo é a comercialização quase integral do modo de vida, é a mercantilização do desejo e da satisfação”, disse.
Gilles Lipovetsky pergunta, então, o que diz tudo isto da felicidade dos indivíduos. Vivemos cada vez mais tempo e com aparente maior qualidade de vida, a Democracia vingou, há liberdade sexual, tudo isso. Mas somos felizes?
“Oito ou nove em cada 10 europeus dizem que são felizes ou muito felizes. Ao mesmo tempo, é estranho, porque vivemos em ansiedade, as depressões cresceram sete vezes em trinta anos, o consumo de ansiolíticos não pára de aumentar, as tentativas e os suicídios crescem, por causa das novas exigências de performance que diminuem a auto-estima”, refere.
Para Lipovetsky, autor de “A Era do Vazio”, professor de Filosofia na Universidade de Grenoble, a Ciência e Democracia têm o poder de aumentar a qualidade de vida objectiva, mas não fazem nada pela qualidade interior. A felicidade não cresce a partir de um determinado patamar de riqueza. Então, como alterar este estado de coisas? Criando um novo paradigma de interesses.
“Esta é talvez a outra missão da escola. O que é que pode conduzir os homens a não procurar a felicidade exclusivamente nas marcas? Eu acredito que são outros centros de interesse como o trabalho, a criação, a intervenção cívica, a arte. Precisamos de políticas ecológicas para preservar o ambiente, mas precisamos também do que chamo de uma ecologia do espírito, da existência. Sem outros pólos de interesse a bulimia do consumo não vai parar”.
Ainda pela Gulbenkian passou um especialista em alterações climáticas. David King não acredita em grandes resultados na cimeira da ONU que terá lugar em Copenhaga, na Dinamarca.
Fonte: Renascença
Para fazer o download, clique aqui

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27 outubro 2009
Papa reafirma que só Igreja Católica pode interpretar a Bíblia
Papa reafirma que só Igreja Católica pode interpretar a Bíblia
É da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura, disse Bento XVI
VATICANO - apa Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja Católica pode interpretar "autenticamente" a Bíblia.
"À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo", defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da entidade pontifícia.
Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro "lacrado".
"Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre", disse.
De acordo com o pontífice, "por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura", sendo esta "uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história".
"Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação", explicou Bento XVI.
O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina.
Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus.
fonte:Estadao
É da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura, disse Bento XVI
VATICANO - apa Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja Católica pode interpretar "autenticamente" a Bíblia.
"À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo", defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da entidade pontifícia.
Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro "lacrado".
"Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre", disse.
De acordo com o pontífice, "por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura", sendo esta "uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história".
"Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação", explicou Bento XVI.
O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina.
Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus.
fonte:Estadao
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